Perdidos, mas não abandonados

Relembro-me de ti, saudocioso, lembro-me de palavras, momentos, gestos.
Mas essas memórias que foram mortas em sangue de glória e vivências fúnebres, lá ficarão; no passado. Onde só nós sabemos o caminho para as encontrar.
Peço-te que não te vás, pois sem ti sigo desamparado; Não te peço para apagares o que foi escrito, mas para tentares escrever uma nova história. E, como uma criança, perco-me em ti, dou-te a mão, e aperto… Se ainda te lembrares.
Por Pedro Cerqueira » Domingo Mar 07 2010 15:11

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